#ad International partnership review!
🧙🏻‍♀️Witch Hat Atelier vol. 1, from Manta.
This is actually the perfect title for this month, considering its recent anime adaptation and the expected excitement it caused. I started reading Witch Hat Atelier without any prior knowledge regarding its universe, but I was considerably curious since I saw many other reviewers writing about this title. While starting to read the manga on Manta, I felt the website did a great job at designing the reading experience; it was comfortable to read and absolutely helped with the reader’s involvement. Not contrary to that, I’ve read the entire 1st volume in one go! Kamome Shirahama’s big hit felt really deserving of its popularity. Although I’m not the biggest fan of child protagonists, the narrative progression felt embedded with fluidity, which made other aspects that aren’t my favorite feel coherent with its overall purpose: it makes sense that you should create a protagonist such as Coco, she’s not the epitome of unexplained geniality, she’s just a kid with a passion for magic. This “passion” by itself explains how she can enter this world with such eagerness to learn, as it also doesn’t give her an unbalanced power without context — quite the opposite, in a world where only a few are expected to learn magic, and these people are prepared since birth to achieve this status, Coco is somewhat of a late bloomer that will have to surpass hardships that others may never acknowledge or be familiar with. We can clearly see this gap in how often characters in this first volume treat Coco’s questions or actions as silly or out of place. We can also perceive, even if subtly, a certain conceitedness in her witch classmates, which reinforces the idea that, in this universe, witchcraft carries a position of exclusivity. Of course, this is the perception of an outsider, since for witches, this idea emerges from the immense responsibility this title carries; it is both prestigious and dangerous! One must abstain from using forbidden magic or even sharing their secrets with any loved ones that aren’t part of the magical world. There’s a powerful — even hurtful— truth about “for when man has the power to do anything, then anything he will do.” Therefore, the context of the secrecy surrounding the practice of magic is extremely logical, but at the same time, it makes us question the fairness of the process. How can you know for sure one is more deserving than the other to become a witch? Something as natural as curiosity to a child could mean they must be punished for their discovery, and in that sense, Coco is an enchanting protagonist who gathers both a different world perspective due to her own unusual background for a witch, and also an empathetic personality that isn’t portrayed as flawless, ensuring authenticity to her character. The first volume sets an atmosphere of secrecy, with many of the world’s aspects to be discovered by Coco or even the reader. The tone is balanced enough not to feel especially hard to understand, so the first volume felt like it could be enjoyed by a rather wide audience, although this was published as a Seinen in Japan. And as someone who’s been switching between manhwas and mangas (and just to be sure, I do love them both!) I felt the absolute contrast of a manga, with amazingly detailed scenes and backgrounds, so the art had a much bigger impact on me than I expected; it is truly made to be appreciated as a relevant aspect of this series. If you’re expecting to read Witch Hat Atelier, you will be transported to a learning experience in a title that has many anthropological references, but in an easy and engaging way. This can also make you find deeply relatable situations, where circumstances may feel like our own real world. With the new launch of “Manga on Manta” you can check this and many other incredible manga officially accessing your Manta account, Witch Hat Atelier is on sale for a few more days in April, with discounts going up to 90%.
Fun fact about Kamome Shirahama sensei: she also has a great and accurate taste in BL reads. She tweeted in 2023 about how excited she was to get Ichika Yuno’s (Lullaby of the Dawn) autograph . Well, as a BL reader myself, I couldn’t pass up the fact that Qifrey would make the absolutely perfect BL lead, and I say that as the utmost compliment. As she also stated to be a fan of Barbarities by Tsuta Suzuki, I couldn’t help but notice that the dynamics between Qifrey and a future character in this series remind me a lot of Adam and Joel…
This was an unexpectedly amazing read, and I can’t wait to devour the other volumes on Manta!
Tradução:
#ad Para ser sincera, este Ă© o tĂtulo perfeito para o mĂŞs de abril, considerando sua recente adaptação para anime e toda a expectativa que ela causou. Comecei a ler “Witch Hat Atelier” sem nenhum conhecimento prĂ©vio sobre o seu universo, mas estava particularmente curiosa, considerando que vi muitos outros resenhistas escrevendo sobre o tĂtulo. Quando iniciei sua leitura no Manta, senti que o site fez um Ăłtimo trabalho no desenvolvimento da experiĂŞncia de leitura; foi uma leitura confortável e que, sem dĂşvida, contribuiu para o envolvimento do leitor. Tanto Ă©, que li o volume inicial inteiro de uma sĂł vez! O grande sucesso de Kamome Shirahama mostrou-se realmente merecedor da sua popularidade. Embora eu nĂŁo seja a maior fĂŁ de protagonistas infantis, a progressĂŁo narrativa pareceu imersa de grande fluidez, o que fez com que outros aspectos — que nĂŁo estĂŁo entre os meus favoritos — parecessem coerentes com o propĂłsito geral da obra: faz sentido criar uma protagonista como a Coco, ela nĂŁo Ă© o epĂtome de uma genialidade inexplicável, Ă© apenas uma criança aficionada por magia. Essa “paixĂŁo”, por si sĂł, explica como ela consegue adentrar esse mundo com tamanha avidez de aprendizado; ao mesmo tempo, a afeição nĂŁo lhe confere um poder desequilibrado e sem contexto — muito pelo contrário: em um mundo onde se espera que apenas poucos aprendam magia, e onde essas pessoas sĂŁo preparadas desde o nascimento para alcançar tal status —, Coco Ă©, de certa forma, alguĂ©m que começa seu aprendizado de forma tardia, e que terá de superar adversidades que outros talvez jamais reconheçam ou com as quais nunca compreendam. Percebemos claramente essa discrepância na frequĂŞncia com que, neste primeiro volume, muitos personagens tratam as perguntas ou ações de Coco como tolas ou desconectadas. TambĂ©m podemos notar, ainda que sutilmente, certa presunção em suas colegas bruxas, o que reforça a ideia de que, neste universo, a bruxaria carrega consigo uma posição de exclusividade. Claro, essa Ă© a percepção de alguĂ©m com uma visĂŁo de forasteiro, visto que, para as bruxas, a exclusividade da magia decorre da imensa responsabilidade que esse tĂtulo acarreta: Ă© algo igualmente prestigioso e perigoso! É preciso abster-se de usar magia proibida ou atĂ© mesmo de compartilhar seus segredos com quaisquer entes queridos que nĂŁo façam parte do mundo mágico. Existe uma verdade poderosa — e atĂ© dolorosa — na máxima: “pois, quando o homem detĂ©m o poder de fazer qualquer coisa, entĂŁo qualquer coisa ele fará”. Portanto, o contexto de sigilo que envolve a prática da magia Ă© extremamente lĂłgico, mas, ao mesmo tempo, nos leva a questionar a justiça desse processo. Como saber, com certeza, se uma pessoa Ă© mais merecedora do que outra para se tornar uma bruxa? Algo tĂŁo natural para uma criança quanto a curiosidade pode significar que ela deve ser punida por sua descoberta; nesse sentido, Coco Ă© uma protagonista encantadora, que reĂşne tanto uma perspectiva de mundo diferenciada, fruto de sua prĂłpria origem incomum para uma bruxa, quanto uma personalidade empática que nĂŁo Ă© retratada como impecável, garantindo autenticidade Ă sua personagem. O primeiro volume estabelece uma atmosfera de mistĂ©rio e sigilo, com muitos aspectos desse mundo a serem descobertos, seja por Coco ou pelo prĂłprio leitor. O tom Ă© suficientemente equilibrado para nĂŁo parecer difĂcil de compreender; assim, a leitura do primeiro volume sugere que a obra pode ser apreciada por um pĂşblico bastante amplo, embora tenha sido publicada no JapĂŁo na demografia Seinen. E, como alguĂ©m que tem alternado leitura entre manhwas e mangás (e, sĂł para constar: sou alucinada por ambos!), senti o contraste absoluto de um mangá, com cenários e atmosferas incrivelmente detalhados. A arte, portanto, casou em mim um impacto muito maior do que eu esperava, ela foi verdadeiramente criada para ser apreciada como um elemento fundamental desta sĂ©rie. Se vocĂŞ pretende ler “Witch Hat Atelier”, será transportado para uma jornada de aprendizado em um tĂtulo repleto de referĂŞncias antropolĂłgicas, apresentadas de maneira leve e envolvente. A obra tambĂ©m pode levá-lo a sentir uma profunda identificação com certas situações, nas quais as circunstâncias parecem espelhar a realidade do nosso prĂłprio mundo. Com o recente lançamento da seção “Manga on Manta” (Mangá no Manta), vocĂŞ pode conferir este e muitos outros mangás incrĂveis acessando oficialmente sua conta do Manta. Witch Hat Atelier está em promoção por mais alguns dias neste mĂŞs de abril, com promoções que chegam a atĂ© 90%.
Uma curiosidade sobre a Kamome Shirahama-sensei: ela tambĂ©m tem um gosto excelente e apuradĂssimo para leituras BL. Em 2023, ela tweetou sobre o quanto estava empolgada por ter conseguido o autĂłgrafo da Ichika Yuno (autora de Lullaby of the Dawn). Bom, como leitora de BL, eu nĂŁo poderia deixar passar o fato de que o personagem Qifrey seria um interesse romântico de BL absolutamente perfeito, e digo isso como o maior dos elogios. Como ela tambĂ©m declarou ser fĂŁ de Barbarities, da Tsuta Suzuki, nĂŁo pude deixar de notar que a dinâmica entre o Qifrey e um futuro personagem de Witch Hat Atelier me lembra muito a de Adam e Joel…
Esta foi uma leitura incrivelmente surpreendente, e mal posso esperar para devorar os outros volumes no Manta!
Esta review foi realizada em parceria com o Manta, sendo escrita originalmente em inglĂŞs e traduzida para a versĂŁo em portuguĂŞs para sua publicação no nosso site. VocĂŞ pode verificar as duas versões disponĂveis da review em nossos canais oficiais!

