Misteriosos acontecimentos e a possibilidade da existência de uma versão diferente do T-Vírus trazem à tona a existência da Ilha de Alcatraz como o centro desse enigma, o que acaba chamando a atenção de diversas organizações, que enviam seus principais soldados para investigar o caso. Esse é o mote que liga os protagonistas da série Resident Evil em “Ilha da Morte”.

A narrativa se apresenta com rapidez, sem perder tempo, entregando exatamente aquilo que o leitor quer ver: a aparição dos amados personagens que protagonizaram os maiores jogos da franquia, unidos em uma aventura única. A trama é relativamente simples e serve apenas como fio condutor para todo esse fanservice que prende o leitor.

Sem grandes pretensões, a obra consegue instigar e divertir por meio de momentos recheados de ação, com cada personagem tendo seu momento de brilhar. Nesse quesito, Resident Evil: Ilha da Morte acerta sua proposta com êxito.
Apesar de ser uma história relativamente curta, comparada aos jogos, a obra entrega tudo aquilo que um fã de Resident Evil espera: desde a aparição de diversas criaturas icônicas da série até um final explosivo, com direito a cenas de ação exageradas, no bom sentido.

O ponto alto do mangá é, definitivamente, sua arte. Zino Kodakujii, artista responsável pela adaptação, entrega cenas que deixam o leitor sem fôlego, com um design de personagens incrivelmente expressivo e detalhado. É um daqueles mangás que chamam a atenção já em uma primeira folheada.
A edição da Panini chega em capa cartão com sobrecapa e brindes, como um marca-páginas e um adesivo para utilizar no diário de leitura.

Resident Evil: Ilha da Morte entrega uma experiência semelhante à de um filme “pipocão”: uma história relativamente simples, que aposta todas as suas fichas em bons momentos de ação e cumpre seu papel de divertir o leitor até os últimos instantes. É um daqueles mangás perfeitos para presentear novos leitores. Recomendadíssimo.










