MB Review: The Legend of Zelda – A Link to the Past
Quando se junta uma franquia amada pelos fãs de games com um dos maiores mangakás que já existiram, o que […]
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A Turma da Mônica fez parte da minha infância, e tenho certeza que da infância de muitos leitores. Foi uma
Estamos aqui novamente dando continuidade as resenhas dessa coleção fantástica para quem quer ver as primeiras histórias dos super-heróis da
A ideia de globalização nas HQs na década passada foi algo extremamente importante. Representar as minorias passou a ser uma
Ao no Flag finalmente está em mãos e o mangá tão esperado por algumas pessoas veio só trazendo alegria, ainda
A coletânea Batman: O Mundo chegou às prateleiras mundiais recentemente. Um lançamento mundial simultâneo do encadernado com catorze aventuras do
Não seria exagero dizer que, no consciente coletivo dos fãs de obras seinen (ou direcionada para um conteúdo sombrio e histórico), Vinland Saga, na maioria das vezes, é citado como essencial. Não por sua fixação pela violência, mas talvez pelo levantamento filosófico que ele propõe. Numa era de Vikings, onde relatos históricos e do imaginário coletivo emanam a agressividade e o clímax, a obra entrega, num primeiro momento, essa base. Todavia, o que é levantado logo em seguida é uma desconstrução e reformulação dessa iniciativa. Afinal, o que a obra de Albert Camus e Nietzsche tem em comum? Curioso? Vem conferir essa análise.
Em meados de 2012, eu havia acabado o anime de Reborn. Conversando com as pessoas na escola, soube que o
Recentemente comentamos sobre como Jojo chegou a Weekly Shonen Jump. Também comentamos todo o contexto histórico que fez com que
Rick and Morty, famosa série de animação de comédia e ficção científica, criada por Dan Harmon e Justin Rolland, também tem uma adaptação em quadrinhos. Mas a questão é: será que é tão boa quanto ao desenho animado? O MB Review de hoje será sobre o volume 1 da adaptação em quadrinhos, lançada no Brasil pela editora Panini.
No mundo existem muitas conspirações, mas nada podemos fazer contra elas”. Conheçam Tatsuhiro Satō, jovem hikikomori que quer lutar contra seu estado atual, mas se vê envolvido em situações sociais e problemas cada vez maiores que o seu isolamento. Assombrado pela terrível N.H.K. (Sim, a agência de TV Japonesa), Sato irá encarar seus problemas e traumas de formas um tanto quanto questionáveis.
Isekai é um gênero onde, basicamente, o personagem morre e acaba ressuscitando em outro mundo com alguma outra vantagem, seja