MB Review: Devilman, de Go Nagai
No início de 2018, a Netflix disponibilizou em seu catálogo uma nova versão animada do clássico mangá de Go Nagai, […]
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Um dos grandes nomes do quadrinho grotesco japonês, Shintaro Kago, se aventura pela história e política da União Soviética. Confira nossa análise no site!
Jojo’s Bizarre Adventure já era famoso no Japão há muito tempo, mas foi graças à série de anime de 2012,
Hoje apresentarei mais 5 mangás “meio tanko” que ainda não receberam relançamento, dando continuidade à parte 1 deste texto, onde
“Um homem que perdeu tudo decide suicidar-se . Porém, ele não esperava que uma nova página de sua vida seria escrita nas montanhas de sua cidade natal. Conheça a emocionante história de Kenzo Okada!”
Rooster Fighter é um mangá que pega vários elementos que já vimos em outras obras e joga num liquidificador adicionando um galo herói e monstros bizarros. O resultado disso não podia ser diferente: uma obra muito divertida.
Nestes mais de 20 anos de publicação ininterrupta de mangás no Brasil, muitos títulos e formatos já foram publicados. Porém, muitas obras ainda aguardam um relançamento, e várias delas ainda são da época do “meio tanko”. No MB Listas de hoje, citamos cinco obras que já foram publicadas no Brasil em “meio tanko” e que merecem uma republicação.
Já ouvi várias vezes a seguinte pergunta: “Você não lê quadrinhos ocidentais?”. De fato, eu não possuo grande familiaridade com
Em setembro de 2019, a Editora JBC anunciou um título que me deixou surpreso, positiva e negativamente. Acontece que achei
Quando fui incumbido da missão de fazer um texto sobre Cowboy Bebop, senti um leve frio na barriga, sem exageros.
Penteado pompadour, cabelos tingidos de loiro, gakuran (tradicional uniforme escolar japonês) desabotoado e linguajar de malandro. Com essa descrição, logo vem à cabeça Yusuke e Kuwabara, de Yu Yu Hakusho ou Metal Bat, de One-Punch Man. Eles são os famosos ‘delinquentes japoneses’, presentes em várias obras consagradas e conhecidas do público brasileiro. Mas apesar disso, as obras que tratam quase exclusivamente da vida e das brigas desses jovens problemáticos não são muito populares por aqui. Coisa que a recente adaptação em anime da obra “Tokyo Manji Revengers” talvez tenha alterado, já que deu um pouco mais de visibilidade aos mangás de delinquente, um subgênero que ainda possui certa popularidade no Japão, mas teve seu auge nos anos 80 e 90.
Coyote, de Sei Awata, é um mangá de volume único que contém cinco histórias curtas, inclusive o próprio título da edição vem de uma delas. As histórias são: ≠Kids, Lenny Worker, Lenny Worker (Alternativo), Coyote e Eu sou um Demônio. Elas foram publicadas na revista HERO’S, da editora Shogakukan, entre 2012 e 2013, e compiladas em um tankobon em 2014. Como o próprio nome da revista sugere, as séries que são publicadas nela possuem temáticas voltadas ao heroísmo, o que acontece também em Coyote. Todos os contos do volume possuem heróis (sejam eles naqueles moldes clássicos ou não).